Interferência de ondas harmônicas de mesma freqüência provenientes de duas fontes em fase.
Ao se pressionar o botão começar, as ondas emitidas das fontes 1 e 2 são mostradas propagando-se no gráfico principal e a oscilação da grandeza A ao longo dos caminhos de cada fonte ao ponto onde está o medidor. As cristas são desenhadas em preto, os vales em branco e em cinza os zeros. O comprimento de onda (L, no applet) está definido inicialmente como 1,0 m e a distância entre as fendas d como 2,0 m.
Clique e arraste com o botão esquerdo do mouse sobre um ponto qualquer do gráfico principal para ver nos gráficos abaixo do gráfico principal a distância percorrida pelas ondas provenientes de cada fonte e as fases com que essas oscilações chegam ao ponto onde está o "medidor", o retângulo cinza comprido. O tanho do retângulo azul dentro do cinza mostra a amplitude total da oscilação resultante da interferência dos sinais A1 e A2.
Na situação inicial, o ponto onde se mede a intensidade está eqüidistante das duas fontes; dessa forma, os sinais provenientes das duas chegam em fase ao medidor, e interferem construtivamente. Experimente colocar o medidor (aperte o botão esquerdo do mouse sobre ele e arraste-o para a posição desejada) onde uma crista e um vale se cruzam e verifique a interferência destrutiva.
Identifique a posição dos máximos e mínimos sobre o limite superior do gráfico principal (posição correspondente ao anteparo). Observe que esses estão distribuídos simetricamente em relação ao centro do anteparo (o máximo de ordem zero). Usando d = 3,0 m, localize os máximos de até segunda ordem e os mínimos entre eles.